Fojebra pede ao CNJ que “caixa-preta” do TJ/TO seja aberta

Diretores da Fojebra estiveram na Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na última quarta feira, 12/12. Diversos assuntos ao Oficialato Nacional foram tratados, inclusive, o que vem ocorrendo no Tribunal de Justiça do Tocantins.

Para o Presidente da Fojebra, Edvaldo Lima, a prioridade no momento é chegar a uma solução definitiva no que diz respeito aos Oficiais de Justiça do Tocantins. As informações apresentadas ao CNJ pela Corte tocantinense são totalmente equivocadas e desprovidas de verdades.

A Fojebra intensificará sua atuação com novos pedidos de providências em relação ao TJ/TO. Algumas informações levantadas pela Fojebra demonstram que diferentemente do alegado pelo Tribunal, não são os Oficiais de Justiça que oneram a folha da Corte, mas um exército de apadrinhados que ganham gratificações de até R$ 19.000,00, fora o salário base.

Entre outras medidas que serão tomadas pela Fojebra, será uma auditoria nas contas do TJ/TO, baseado na Lei de Acesso a Informação (LAI). Diante de tal medida, se chegará a uma verdade real sobre quem de fato está inchando a folha de pagamento e comprometendo a gestão.

Segundo informações do próprio TJ, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) não está sendo respeitada. Vale lembrar que a falta de observância a LRF, poderá gerar improbidade administrativa. Os diretores da Fojebra, estão abertos ao diálogo, caso assim entenda o TJ/TO.